Eles não nos representam: autogestão contra eleições2018

Ontem ocorreu o primeiro debate entre os candidatos à presidência da República no Brasil. A farsa televisiva interpretada por oito atores presentes e um candidato preso é o reflexo de parte da população brasileira especialmente interclasses e reflete algumas das faces da nossa sociedade, os seus desejos e a expressão de nosso momento:

Personagem candidato1: oligarca, recalcado, oportunista

Personagem candidato2: religioso, nacionalista, militar

Personagem candidato3: militar, autoritário, integralista*

Personagem candidata4: conservadora, moralista, capitalista verde

Personagem candidato5: autoritário, coroné, capitalista populista

Personagem candidato6: conservador, autoritário, capitalista selvagem

Personagem candidato7: conservador, autoritário, banqueiro

Personagem candidato8: autoritário, aproveitador da miséria social, capitalista populista

Personagem candidato9: autoritário, personalista, capitalista populista **

Autoritarismo é uma característica que atravessa todos os candidatos e a candidata. Capitalismo é o regime econômico admitido por todos os candidatos. Estado Nacional é o sistema aceito e imposto por todos.

Ativistas, movimentos sociais, sindicatos, classe trabalhadora são para estes candidatos uma ameaça ou fonte de aproveitamento para seus interesses e projetos de poder.

Atenção, por qual motivos estes candidatos não tocam nestes assuntos:

fim do latifúndio

fim da especulação imobiliária

fim dos agrotóxicos

fim da discriminação racial

fim da discriminação por sexualidade e gênero

apoio e solidariedade aos povos irmão da América Latina

fim da perseguição a ativistas de causas humanitárias

fim da perseguição a movimentos sociais

liberdade sindical e fim de perseguição

fim da guerra do estado e capitalismo contra os pobres e trabalhadores

fim da exploração capitalista

Os candidatos desta eleição e das anteriores representam apenas seus interesses e desejos.

Tomemos as rédeas das nossas vidas em nossas mãos lado a lado com nossos vizinhos, nossos companheiros de trabalho, nossos familiares  e vamos seguir construindo a libertação de líderes, a libertação daqueles que nos exploram.

Você tem o direito de não votar, votar nulo, votar em branco, não comparecer para votar.

Você pode, nós podemos escolher  livremente se auto organizar social e economicamente.

 

* : fascista a moda brasileira

** : ausente por estar preso.

 

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Pronunciamento: Não é apenas pelos #23CONDENADOSRJ.

Diante do caos político e financeiro instalado no Rio de Janeiro há anos, o governo estadual assumiu seu total colapso institucional aceitando uma profunda intervenção federal na área de segurança pública. Esta é a singela fachada assumida pela intervenção militar exposta nos grandes jornais corporativos que circulam no país. Parte dela é uma realidade inegável, contudo, há elementos ocultos muito mais profundos na iniciativa acordada entre os governos do Estado e da federação.

As operações policiais de investigação de pessoas e movimentos sociais evidenciam o silenciamento de todos que negam as injustiças e exploração no Brasil e na América Latina.

Miragens políticas e judiciais distraem as populações pobres e trabalhadoras dos problemas reais da Cidade e do Estado do Rio de Janeiro. Através do terror de Estado a população é levada a acreditar que está a beira do caos. Porém, a população já morre sem atendimento médico ou de tiros da guerra social contra os pobres nas periferias do Rio de Janeiro ou Porto Alegre. Reconhecer estes fatos e denunciá-los é um passo decisivo para que a população pobre e trabalhadora no Rio de Janeiro e no Brasil resista contra o autoritarismo cordial da democracia capitalista tirana imposta aqui para fins de exploração e manutenção de privilégios das classes dominantes.

Lutar,”reclamar ou reivindicar” direitos básicos como educação, saúde, moradia, transporte, salários dignos, fim do latifúndio, fim da especulação imobiliária, pluralidade e liberdade de organização sindical, atuação livre em movimentos sociais são consideradas pelo empresariado, pelas pessoas governantes (de esquerda e de direita) e pela justiça como ameaças e logo tornadas crimes, e ao final são condenadas como estas 23 pessoas do Rio de Janeiro.

Usadas como exemplo do que acontece para todas as pessoas pobres e trabalhadoras, ativistas e militantes que apenas ousam reivindicar por melhores condições de vida. A condenação de 23 ativistas, militantes de causas sociais participantes nas manifestações no Rio de Janeiro em 2013 é o prosseguimento das ações da elite brasileira contra a população pobre e trabalhadora neste país e não é um recado para aquelas pessoas que se manifestam pela liberdade do ex-presidente Lula.

O oportunismo eleitoreiro e mesmo o interesse estratégico pela sobrevivência livre das grades leva algumas pessoas a submeterem-se a velha esquerda partidária como tábua de salvação. Agindo assim você salva sua pele e tudo se mantém como está. Existem muitos mais pessoas investigadas, processadas, presas no Rio de Janeiro, Brasília, São Paulo, Rio Grande do Sul, Belém… no Brasil por integrarem sindicatos, movimentos sociais por defenderem causas sociais justas que são tratadas como ameaças pelo Estado e pelo Mercado.

Há ocupações de sem teto, há quilombolas, há espaços sociais e culturais ameaçados de despejo em todo o Brasil. Apenas a autorganização social e das pessoas trabalhadoras autônomas pode responder às ameaças, investigações, processos forjados, condenações políticas nesta que é a guerra social cirúrgica do Capitalismo e do Estado brasileiros conta a população pobre e trabalhadora nos campos e nas cidades.

Denunciamos o aniquilamento de populações indígenas. Denunciamos o genocídio das populações negra. Denunciamos o extermínio das populações periféricas. Denunciamos infiltração, processos forjados contra ativistas e militantes sindicais e de causas sociais. Denunciamos condenações políticas e perseguição ideológica contra anarquistas. Denunciamos a Operação Erebro e Operação Firewal como processos políticos-ideológicos.

Exigimos o cancelamento das investigações, operações e perseguições a todas as pessoas ativistas e militantes sociais.

Iniciativa Federalista Anarquista – Brasil.

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Convite: 17º Expressões Anarquistas 2018

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Apoie a cultura e a imprensa libertárias.

Promoção de livros.

Promoção de recomposição do catálogo da Intermezzo (em tiragem de 50 exemplares apenas), com redução de aproximadamente 40% de desconto. Promoção válida de 13/07 a 18/07.

Os livros serão enviados no transcurso de agosto. O frete (impresso) será calculado em função do pedido (quanto maior o número de exemplares, menor o frete).

TODAS as informações serão prestadas pelo e-mail p.coelho@uol.com.br.

1. O pensamento de Proudhon em educação – (de R$ 32,00 por R$ 20,00)

2. Justiça e Direito – Uma Abordagem Libertária – (de R$ 36,00 por R$ 23,00)

3. Democracia e Poder – A Escamoteação da Vontade – (de R$ 36,00 por R$ 23,00)

4. Marxismo e Anarquismo – (de R$ 36,00 por R$ 23,00)

5. Essência da Religião e Outros Escritos – (de R$ 38,00 por R$ 24,00)

6. Os Anarquistas e as Eleições – (de R$ 34,00 por R$ 22,00)

7. Marxismo e Ditadura – (de R$ 32,00 por R$ 20,00)

8. A Anarquia e Outros Escritos – (de R$ 36,00 por R$ 23,00)

9. Surrealismo e Anarquismo – “Bilhetes Surrealistas” – (de R$ 40,00 por R$ 25,00)

10. Estudos Proudhonianos – (de R$ 30,00 por R$ 18,00)

fonte: agência de notícias anarquistas-ana

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Campanhas, cursos e projetos #4FGA – São Paulo – CCS Vila Dalva – 2018.

Trabalhos do Coletivo Anar@Punk Aurora Negra.

 

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Algumas imagens do #4FGA – CCS-Vila Dalva – São Paulo – Brasil

Biblioteca CCS-Vila Dalva e arquivo AnarcoPunk (vinis, fitas cassete, cd’s, zines, periódicos, revistas).

 

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2º Congresso Internacional de Pesquisadores sobre Anarquismo(s)/2e Congrès International de chercheurs sur l’anarchisme/les anarchismes

Português/Espanhol/Francês

Comissão Organizadora

Montevidéu – 11 a 13 de julho de 2019

O anarquismo, como teoria social, tem repensado a liberdade, a autoridade e o indivíduo. Ao mesmo tempo há revisado a filosofia e a vida cotidiana, discutindo as relações políticas, o amor, a saúde, a educação, a arte, a linguagem, a sexualidade e o gênero. Refutando mediação política e todas as formas de opressão, o anarquismo assume uma dimensão particular que convida a análises e debates.

Por isso o chamado para um 2º Congresso Internacional de Pesquisadores sobre Anarquismo(s). Trata-se de seguir uma curta mas rica história traçada uma década atrás, quando o Centro de Documentação e Pesquisa da Cultura de esquerdas (CeDInCI) começaram a se reunir em Buenos Aires para investigadorxs de diferentes origens e disciplinas. Em 2016, floresceu no 1º Congresso de Pesquisadores sobre Anarquismo.

Agora nos propomos a realizar o segundo congresso, em julho de 2019, em Montevidéu. Tentamos reunir LXS investigadorxs sobre o anarquismo (s), a fim de articular estudos dos últimos tempos em relação a vários aspectos envolvidos na questão. Propomo-nos a melhorar os debates sobre o passado e o presente do anarquismo, as suas ligações com outras correntes de pensamento e suas relações com a sociedade em que está inserida. Também nos propomos a explorar as tradições e expressões culturais, sociais e políticas que são desenvolvidas em países da região identificada com os anarchismos.

Por que no Uruguai?

Desde o final do século XIX, como em outros territórios do Cone Sul da América, o movimento anarquista tem uma forte e continuada presença no Uruguai: na imprensa, através de sociedades de resistência, federações de trabalhadores, juntamente com manifestações artísticas, centros sociais, bibliotecas, através de experiências educacionais, movimentos estudantis, sindicais, a vizinhança e mais recentemente em lutas feministas, anti-desenvolvimentistas e anti-especistas. Não obstante, os anarquismos têm mostrado uma assombrosa plasticidade e capacidade de resistência, reinventando-se e superando novos desafios.

Considerando essa pluralidade, propomos um congresso único. Uma reunião para discutir o conhecimento e produzir novos olhares, com a intenção de abrir as fronteiras da universidade para investigar outras formas de pesquisas e de conhececimento. Então fizemos este convite aberto em todas as áreas, disciplinas e abordagens, institucional ou afiliação independente. Você pode participar através de palestras, conferências, workshops, performances, exposições e outras modalidades. As áreas temáticas serão abrangentes e o congresso receberá as iniciativas pertinentes. Estamos convencidos de que uma demanda por essas características contribuirá para a crescente disseminação de estudos sobre o anarquismo.

Comissão Científica

Michel Antony (Universite de Besancon, França), Dora Barrancos (CONICET, Argentina), Carmen Dangiolillo (Universidad de la Republica, do Uruguai), Joel Delhom (Université de Bretagne Sud, França), Laura Fernandez Cordero (CeDInCI, Argentina), Eduardo Godoy (Universidade de Santiago de Chile), Sergio Grez Toso (Universidad de Chile), Clara Lida (Colegio de México), Gustavo Medina Pose (Universidad de la Republica, do Uruguai) Maria Miguelañez (Universidad Autonoma de Madrid, Espanha), Armando Minguzzi (Universidade de Buenos Aires, Argentina), Pascual Muñoz ((Universidad de la Republica, do Uruguai), Agustina Prieto (Universidade Nacional de Rosario, Argentina), Margareth Rago (Universit Estadual de Campinas, Brasil), Horacio Tarcus (CeDInCI, UNSAM, CONICET, Argentina), Daniel Vidal (Universidade da República, Uruguai).

Comitê Organizador

Daniel Amoedo, Lucia Campanella, Carmen Dangiolillo, Gerardo Garay, Yoseline González, Gustavo Medina Pose, Adriana minino, Pascual Muñoz, Magali Pastorino, Rodolfo Porrini, Alicia Rebollo, Tania Rodriguez, Federico Salas, Eva Taberne, Daniel Vidal, Laura Fernandez Cordero, Ivanna Margarucci, Sebastián Stavisky.

Horário

Prazo para submissão de resumos e propostas de atividades: até 1º de novembro de 2018.

Resultados da avaliação de resumos e atividades: até 1º de dezembro de 2018.

Prazo final para envio de trabalhos completos: até 30 de março de 2019.

Solicitamos que trabalhos não publicados sejam enviados. A confirmação dos trabalhos que farão parte do Programa do Congresso será informada a partir de 30 de abril de 2019.

Contato: segundocongresoanarquista@gmail.com

Apresentação de resumos e atividades propostas

Resumos de papéis. O resumo conterá os seguintes dados: Autor / xs; Título; Propriedade institucional quando apropriado; Correio eletrônico. Texto: entre 300-400 palavras para o espaço e meio, Word. Enviar resumos para: segundocongresoanarquista@gmail.com.

Custos A inscrição e participação em qualquer modalidade é gratuita.

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Espanhol

Comissión Organizadora

Montevidéu – 11 a 13 de julhio de 2019

O anarquismo, como a teoria social, ha repensado a libertad, a autoridade e o indivíduo. Al mismo tiempo ha revisado a filosofia e a vida cotidiana, discutido as relações políticas, o amor, a educação, a pedagogia, a arte, a linguagem, a sexualidade e o género. Além disso, a mídia política e organizadora de forma de oposição, o anarquismo adquiere una dimensión particular que invita todas as análises e debates.

Por exemplo, convocatoria a un 2o Congreso Internacional de Investigadorxs sobre Anarquismo (s). Se trata de proseguir uma breve publicação sobre a bandeja trazida para o desenvolvimento de um Centro de Documentação e Investigação da Cultura de Esquerdas (CeDInCI) com uma reunião em Buenos Aires, um investigador de distintas procedências e disciplinas. En 2016 fructificó en el 1er Congreso de Investigadorxs sobre Anarquismo.

Ahora proponemos realizar el segundo Congresso, en julio de 2019 en Montevideo. Procuramos reunir um lxs investigadorxs sobre o anarquismo (s), com o fim de ponter em diálogo os estudos dos últimos tempos em relação aos múltiplos aspectos que involucra a temática. Proponriam discussões educativas sobre o passado e o presente do anarquismo, os seus vínculos com as suas corretoras e pensadoras e as suas relações com as sociedades nas quais se inserta. Planteamos também exploram as tradições e expressões culturais, sociais e políticas que se desenrolam em países da região com base nos anarquimos.

Por qué en Uruguay?

Desde fines del siglo XIX, todos os iguais aos otros territórios do Cone Sur de América, o movimento anarquista de tenente e a presença no Uruguai: uma redação escrita, uma sociedade de resistência, de federações de trabalhadores, junto a um manifestaciones de lo artístico, en centros sociales, en bibliotecas, mediante experiências educativas, en movimientos como el estudiantil, el sindical, el barrial y recientes en las luchas feministas, anti-desarrollistas y anti-especistas. No obstante, os dados históricos, os anarquistas demonstram uma plasticidade e capacidade de resistência, reinventando e superando os novos desafios.

Este é o pluralidad, es que proponemos un congreso de impronta singular. Un encuentro de saberes to dialogar e producir nuevas miradas, com a intenção de abrir os limites do espaço universitário a partir de formas de investigar e de conocer. Realizamos a convocatoria em todas as áreas, disciplinas e estudos, com adscripción institucional o independientes. Você pode participar de conferências, conferências, performances, exibições e outras formas. Las areas temáticas serão abarcativas e o congresso recepcionará as iniciativas pertinentes. Estamos convencidos de que uma convocatória de estas características ajuda a difundir os estudos sobre o anarquismo.

Comisión Científica

Michel Antony (Universidade de Besançon, Francia), Dora Barrancos (CONICET, Argentina), Carmen Dangiolillo (Universidade da República, Uruguai), Joel Delhom (Universidade da Bretanha Sud, Francia), Laura Fernández Cordero (CEDINCI, Argentina), Eduardo Godoy (Universidade de Santiago do Chile), Sergio Grez Toso (Universidade do Chile), Clara Lida (Colégio do México), Gustavo Medina Pose (Universidade da República, Uruguai) María Miguelañez (Universidade Autônoma de Madri, Espanha), Armando Minguzzi (Universidade de Buenos Aires, Argentina), Pascual Muñoz (Universidade da República do Uruguai), Agustina Prieto (Universidade Nacional de Rosario, Argentina), Margareth Rago (Universidade Estadual de Campinas, Brasil), Horacio Tarcus (CEDINCI, UNSAM, CONICET, Argentina), Daniel Vidal (Universidade da República, Uruguai).

Comisión Organizadora

Daniel Amoedo, Lucia Campanella, Carmen Dangiolillo, Gerardo Garay, Yoseline González, Gustavo Medina Pose, Adriana Miniño, Pascual Muñoz, Magali Pastorino, Rodolfo Porrini, Alicia Rebollo, Tânia Rodríguez, Federico Salas, Eva Taberne, Daniel Vidal, Laura Fernández Cordero, Ivanna Margarucci, Sebastián Stavisky.

Cronograma

Fecha o seu mundo de negócios e de actividades: hasta el 1º de noviembre de 2018.

Resultados da avaliação de atividades e atividades: 1º de dezembro de 2018.

Termine de enviar de ponencias: hasta 30 de marzo de 2019.

Solicitamos Sean Rosso Trabajos inéditos. A confirmação das ponências que são parte do Programa do Congresso para o ano de 30 de abril de 2019.

Contacto: segundocongresoanarquista@gmail.com

Presentación de resúmenes y actividades propuestas

Resumenes de ponencias. As respostas contidas nos documentos são Autor / xs; Título; Pertenencia institucional cuando corresponda; correo electrónico. Texto: entre 300-400 palabras a espacio y medio, New Times Roman, 12, Word. Enviar por e-mail a: segundocongresoanarquista@gmail.com con el siguiente.

Costos. La inscripción y la participación en cualquier modalidad es gratuita.

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Français

Commission organisatrice

Montevideo – 11 au 13 juillet 2019

L’anarchisme, en tant que théorie sociale, a repensé la liberté, l’autorité et l’individu. En même temps, il a passé en revue la philosophie et la vie quotidienne, en discutant des relations politiques, de l’amour, de la santé, de la pédagogie, de l’art, du langage, de la sexualité et du genre. En réfutant la médiation politique et toute forme d’oppression, l’anarchisme acquiert une dimension particulière qui invite à l’analyse et au débat.

C’est pour cette raison qu’est convoqué un 2e Congrès international des chercheurs et chercheuses sur l’anarchisme/les anarchismes. Il s’agit de poursuivre une trajectoire brève mais riche, tracée il y a une dizaine d’années, lorsque le Centre de documentation et de recherche de la culture de gauche (CeDInCI) a commencé à se réunir à Buenos Aires des chercheur et chercheuses de différents horizons et disciplines. En 2016 eut lieu avec succès le 1er Congrès des chercheurs et chercheuses sur l’anarchisme.

Nous proposons maintenant de tenir le deuxième Congrès, en juillet 2019 à Montevideo. Nous cherchons à rassembler les chercheurs et chercheuses sur l’anarchisme/les anarchismes afin de mettre en relation les études de ces derniers temps avec les multiples aspects qui concernent le sujet. Nous proposons d’encourager les débats sur le passé et le présent de l’anarchisme, leurs liens avec d’autres courants de pensée et leurs relations avec les sociétés dans lesquelles il s’insère. Nous avons également l’intention d’explorer les traditions et expressions culturelles, sociales et politiques, identifiées aux anarchismes qui se développent dans les pays de la région.

Pourquoi en Uruguay ?

Comme dans d’autres territoires du Cône d’Amérique du Sud, le mouvement anarchiste a eu une présence forte et soutenue en Uruguay depuis la fin du XIXe siècle : dans la presse écrite, à travers les sociétés de résistance, dans les fédérations de travailleurs, à travers des manifestations artistiques, dans des centres sociaux, dans les bibliothèques, à travers des expériences éducatives, dans des mouvements étudiants, dans le mouvement syndical, les mouvements de quartiers, et plus récemment dans les luttes féministes, anti-développement et antispécistes. Malgré les hauts et les bas historiques, les anarchismes ont montré une étonnante plasticité et capacité de résistance, se réinventant et surmontant les nouveaux défis.

Considérant cette pluralité, nous proposons un congrès unique. Une réunion pour discuter des connaissances et produire de nouveaux regards, avec l’intention d’ouvrir les frontières de l’université afin d’enquêter sur d’autres formes de recherche et de connaissances. Nous avons donc fait cette invitation ouverte dans tous les domaines, disciplines et approches, que l’affiliation soit institutionnelle ou indépendante. Vous pouvez participer à travers des causeries, des conférences, des ateliers, des représentations, des expositions et d’autres modalités. Les domaines thématiques seront larges et le congrès recevra les initiatives pertinentes. Nous sommes convaincus qu’une demande pour ces caractéristiques contribuera à la diffusion croissante des études sur l’anarchisme.

Commission scientifique

Michel Antony (Universite de Besancon, França), Dora Barrancos (CONICET, Argentina), Carmen Dangiolillo (Universidad de la Republica, do Uruguai), Joel Delhom (Université de Bretagne Sud, França), Laura Fernandez Cordero (CeDInCI, Argentina), Eduardo Godoy (Universidade de Santiago de Chile), Sergio Grez Toso (Universidad de Chile), Clara Lida (Colegio de México), Gustavo Medina Pose (Universidad de la Republica, do Uruguai) Maria Miguelañez (Universidad Autonoma de Madrid, Espanha), Armando Minguzzi (Universidade de Buenos Aires, Argentina), Pascual Muñoz ((Universidad de la Republica, do Uruguai), Agustina Prieto (Universidade Nacional de Rosario, Argentina), Margareth Rago (Universit Estadual de Campinas, Brasil), Horacio Tarcus (CeDInCI, UNSAM, CONICET, Argentina), Daniel Vidal (Universidade da República, Uruguai).

Comitê Organisateur

Daniel Amoedo, Lucia Campanella, Carmen Dangiolillo, Gerardo Garay, Yoseline González, Gustavo Medina Pose, Adriana minino, Pascual Muñoz, Magali Pastorino, Rodolfo Porrini, Alicia Rebollo, Tania Rodriguez, Federico Salas, Eva Taberne, Daniel Vidal, Laura Fernandez Cordero, Ivanna Margarucci, Sebastián Stavisky.

Délais

Date limite de soumission des résumés et des propositions d’activités: jusqu’au 1er novembre 2018.

Résultats de l’évaluation des résumés et des activités: jusqu’au 1er décembre 2018.

Date limite de soumission des articles complets: 30 mars 2019.

Nous demandons que les travaux envoyés ne soient pas déjà publiés. La confirmation des travaux qui feront partie du programme du congrès sera annoncée le 30 avril 2019.

Contact: segundocongresoanarquista@gmail.com

Présentation des résumés et des activités proposées

Résumés des articles. Le résumé contiendra les données suivantes:

Auteur/autrice;

Titre;

Propriété institutionnelle, le cas échéant;

E-mail

Texte: entre 300-400; interligne 1,5; Word.

Envoyez les résumés à: segundocongresoanarquista@gmail.com.

Coût: L’inscription et la participation sous quelque forme que ce soit sont gratuites.

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Segundo Congreso Internacional de Investigadorxs sobre Anarquismo-2019.

CeDInCI

En octubre de 2016 fue realizado en Buenos Aires el Primer Congreso Internacional de Investigadorxs sobre Anarquismo, organizado conjuntamente por el CeDInCI (Centro de investigación sobre la Cultura de Izquierdas) y el Instituto de Altos Estudios Sociales, de la Universidad Nacional de San Martín. Participaron de esa instancia más de cien investigadorxs, docentes y activistas de diferentes países. Las actas de las ponencias se encuentran
disponibles en el siguiente link: http://congresoanarquismo.cedinci.org/wp-content/uploads/2017/03/Actas-Final-con-indice_final.pdf

Buscando darle continuidad a esta iniciativa, los colegas uruguayos que acompañaron los primeros encuentros en Buenos Aires, han tomado la posta y, con el apoyo del
CeDInCI, organizarán el Segundo Congreso Internacional en Montevideo, Uruguay, en fechas a confirmar durante el primer semestre de 2019.

Ante cualquier consulta o posibilidad de colaboración, escríbannos a: programainvestigacionanarquismo@cedinci.org.

Continuaremos informando las novedades sobre el congreso. ¡Esperamos su participación!

 

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Programação do 4º Fórum Geral Anarquista 2018 – São Paulo – Brasil

América Latina Livre: abaixo a ditadura da direita e da esquerda.

Todo apoio aos anarquistas e população venezuelana.

Contra o genocídio do povo índio e negro.

4º Fórum Geral Anarquista – São Paulo – Brasil – 22, 23, 24 de junho de 2018.

 

Espaço pedagógico libertário infantil todos os dias.

Av. Gustavo Berthier, 155 (Ao lado da Unidade de Saúde) – Rio Pequeno – São Paulo –  Brasil

Sexta Feira – 22/06

Saudação do Berimbau

Conferência de abertura:

Mesa redonda: América Latina Livre: abaixo a ditadura da direita e da esquerda. Todo apoio aos anarquistas e a população da Venezuela: Sérgio Norte, Noemi, Refugiados Venezuelanos.
Concertos – GIG Rap: Refugiados do Rap Venezuela, Katarse-Suzano, Servidores do Rap- São Paulo.

 Sábado – 23/06

Grupo de Discussão – A

A 1 – IIRSA: Infraestrutura da devastação e a defesa do território na América Latina. Noemi – Fenikso Nigra

A 2 – Movimento Anarquista e Movimento AnarcoPunk no Brasil – Coletivo Aurora Negra e Convidados.

A 3 – Mulherismo Negro: Coletivo Marana.

A 4 – Imprensa libertária: Renato Lauris – Revista Sobrevidas.

A 5 – Existe política além do voto: autogestão social e econômica. Fernando – Liga-RJ.

Roda de Conversa 1 – Anarcafeminismo: conquistas e lutas. Mahu coletivo Marana

Roda de conversa 2 – Movimento social e movimento sindical: construindo um mundo melhor.

Roda de conversa 3 – Anarquismo e questões étnicas: luta contra o genocídio da população negra e indígena.

 Grupo de Discussão – B

B 1 – Violência de gênero nos meios anarquistas: redes de apoio, autodefesa.

B 2 – Espaços de lutas sociais: escolas, ocupações, centros de cultura, ruas, bairros, cidades: CCS-Vila Dalva e Ocupações de São Paulo.

B 3 – Anarcosindicalismo: organização de base. LiGA-RJ e Fenikso.

B 4 – Anarquismo e futebol – Prof. Fabiano Nanal.

B 5 – Luta anticarcerária e o juvenicídio.

Sarau Libertários: Revolta Popular, Zeferina Atak, Poetisas e Poetas. Tod@s convidadas e a chegar e trazer suas poesias e instrumentos.

 Domingo – 24/06

Roda de conversa 4 – Federalismo anarquista e Sindicato livre: a causa, a organização e a luta por uma sociedade livre.

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Eleições2018: eles mentem, eles não nos representam há 518 anos.

Está se aproximando a “festa da democracia”, o momento onde parte da população adulta no Brasil é obrigada a festejar o seu direito de escolher quem vai , ou quais irão lhe governar, criar e impor leis, criar e cobrar impostos sobre gasolina, gás de cozinha, frete de caminhão, alimentos, medicamentos, serviços médicos, transporte.

Neste ano de 2018 o medo é o grande cabo eleitoral de todos os partidos: do centro, da extrema direita, da extrema esquerda. Sim, todos usam do expediente do medo para conduzir as pessoas para este ou aquele candidato. Mas nem só de medo se alimentam os políticos, o estado e o capitalismo. As paixões também motivam o voto: conquistar o poder popular, conquistar o poder econômico, conquistar o poder político embalam delírios com suas miragens a cada dois anos no Brasil. As promessas despencam como chuvas de verão sobre cada um de nós.

O governo e o poder econômico e militar formalmente e na prática, com detalhes específicos locais, de sua história e culturas no Brasil, impôs a população os seguintes governos respectivamente: colônia, império, monarquia, república, ditaduras. Nos cinco regimes houveram  poucos momentos de democracia liberal e muitos momentos  de ditadura e autoritarismo. Em todos os casos de regimes e governos a população, ou mais precisamente o povo composto de escravos e escravas, trabalhadoras e trabalhadores pouco ou nada definiram os destinos do país, de sua cidade, de seu bairro e mesmo de sua vida.

Sobre o voto no Brasil recordemos que:

1555 – VOTO CENSITÁRIO:  na Colônia até quase o fim do Império, só podiam votar (e ser votados) nobres, burocratas, militares, comerciantes ricos, senhores de engenho e homens de posses, mesmo analfabetos.

1881 – LEI SARAIVA: em janeiro de 1881, um decreto do primeiro-ministro do Império José Antônio Saraiva estabeleceu eleições diretas para câmaras e assembléias. Províncias foram divididas em distritos e eleitores com renda mínima anual de 200 mil-réis foram cadastrados. Em 1882, excluídos os analfabetos, pois era preciso assinar um documento.

1891 – VOTO DE CABRESTO:  No presidencialismo, a Constituição de 1891 ratificou as votações diretas, mas o General Deodoro da Fonseca foi eleito presidente pela Assembléia. Em 1904, a Lei Rosa e Silva estabeleceu que, além da cédula que ia para a urna, outra seria preenchida, datada e rubricada por fiscal eleitoral – intimidação que duraria toda a Primeira República.

1932 – VOTO FEMININO: Estabeleceu-se voto secreto e obrigatório para “cidadão maior de 21 anos, sem distinção de sexo” em 1932. Assim, mulheres podiam votar. Em 1934, a idade mínima para votar passou a ser de 18 anos.

1950 – SEM MAIORIA: Em 1945, Getúlio Vargas fora deposto após o Estado Novo e o militar Eurico Gaspar Dutra foi eleito presidente. Em 1946, a Constituição não exigia a maioria absoluta dos votos para representantes do Executivo. Assim, menos da metade dos eleitores levaram três presidentes ao poder: Getúlio em 1950, Juscelino Kubtischek em 1955 e Jânio Quadros em 1960.

1963 – REFERENDO:  Renúncia de Jânio Quadros em 1961, o Congresso da posse a João Goulart impondo o parlamentarismo. Em janeiro de 1963, o eleitor brasileiro participa de seu primeiro referendo, que teve como resultado a rejeição do sistema parlamentarista. Última votação popular antes da ditadura que se instalou com o golpe de 1964.

1989 – ELEIÇÕES DIRETAS: reabertura “democracia liberal” com fim da ditadura e nova Constituição de 1988. Presidente, governadores e prefeitos de grandes cidades seriam eleitos em dois turnos. Jovens acima de 16 anos, analfabetos e maiores de 70 anos ganharam direito facultativo ao voto. Em 1989, após 29 anos de escolhas feitas pelo Congresso, houve eleição para presidente.

Realizando uma breve observação de governos e regimes, podemos afirmar que a população Brasileira no sentido mais amplo e geral começa a participar do sistema eleitoral no país em 1989. Antes disso vejamos um resumo matemático a partir de 1500: 3o7 anos de colônia; Reino Unido de Portugal, Brasil e Algarves: 15 anos; Império do Brasil: 67 anos. 1ª República: 41 anos; Ditadura Getúlio Vargas: 15 anos; República populista: 19 anos; Ditadura Militar: 21 anos; República de regime liberal democrático, fim da ditadura, governo civil, nova constituição: 33 anos.

Numa conta rápida. Desconsiderando a interferência do poder das grandes corporações através do capital, desconsiderando a influência dos grandes meios de comunicação comercial na população. “Hipoteticamente” o cidadão, pois apenas o cidadão pode votar, só começa de fato a escolher um candidato para lhe governar a vida a partir de 1988. Não esqueçamos que “devemos ter muita fé” para acreditar que cada um dos eleitos está lá escolhido por cada eleitor e que este “sujeito” eleito não representa os interesses de seu partido, não representa os interesses de sua classe social, não representa os interesses de empreiteiras, indústrias, bancos nacionais e estrangeiros. Ocorre então a pergunta: por que você precisa de alguém pra te governar?

Devemos acreditar, por fé, por esperança que este “eleito” não entrou para a política para roubar e enriquecer, que esta pessoa “eleita” vai lutar por nós e fará nossa vida melhor a cada dia. Que este “eleito” sozinho, ou com seu partido, conseguirá vencer o sistema capitalista, a corrupção, o poder das igrejas, o poder das grandes corporações de mídia comercial durante seu mandato de 4 anos. Você acredita? Você votará? O que mudará no dia seguinte após as eleições?

Desde 1988 se sucedem “salvadores da pátria”, “salvadores do povo” no Brasil. A sucessão de privatizações como solução dos problemas de corrupção e mal uso da verba pública não se confirmou: telefonia móvel, fixa e net são das mais caras no planeta, por exemplo. Partidos de centro, de direita e de esquerda já assumiram o poder e governaram. tanto com a direita como com a esquerda e o centro foram realizadas reformas trabalhistas contra o trabalhador, foram realizadas reformas na previdência social contra o trabalhador ampliando o tempo de contribuição e a idade para aposentadoria. Praticamente hoje pagamos para trabalhar e em alguns casos não é possível nem mesmo gozar a aposentadoria de tão velhos que nos aposentamos hoje em dia.

Não é suficiente as migalhas caídas da mesa dos políticos e dos empresários e banqueiros. A cada dois anos mentem e manipulam a tudo e a todos prometendo mudanças para manter tudo como sempre foi. Não há justiça e liberdade sociais no capitalismo.

Vivemos há pelo menos 518 anos dominados e explorados por elites nacionais e internacionais. As eleições e os regimes ditatoriais e constitucionais, coloniais e capitalistas não melhoraram nossas vidas, eles são o nosso problema, eles são a nossa aniquilação.

Existe vida, existe política além do voto. O Estado e o Capitalismo não estão do seu lado, o político e o empresário não fazem sua vida melhor. Não escolha quem te governa ou explora. Mate seu medo. Liberte-se.

Texto de colaborador: Cipriano Vila

 

 

 

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