O 3º FGA tá chegando.

Vejam algumas conferências que acontecerão nos banners abaixo. A divulgação é livre.

 

 

  

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Manifestações na Bielorrússia e repressão: solidariedade internacional.

Republica da Belarus ou Bielorrússia é um país do leste europeu, sem saída para o mar e 23 anos debaixo da ditadura de Aleksandr Lukashenko, amigo e admirador de outro ditador, Vladimir Putin (Rússia). Ambos, oriundos do regime totalitário da União das Republicas Socialistas Sovieticas (URSS) atuam com mão de ferro e mantém práticas politicas e economicas do antigo regime em suas administrações ditatoriais. Lukashenko mantém a Bielorrússia sobre capitalismo de estado, herança da extinta URSS.

 

Com uma população de mais de 9 milhões e meio de pessoas sobre controle hegemônico, a gestão tem intensificado sua pressão sobre o povo como a lei contra o parasitismo social. Desenvolvida desde 2010, foi sancionada no fim de 2016 e visa pressionar as pessoas para o trabalho, pois considera qualquer pessoa que está mais de 6 meses sem trabalho como um parasita social e deverá pagar um imposto e multas. As pessoas desempregadas passam por processo vexatório diante de juntas do governo, onde devem explicar porque não trabalham. Isso levou a organizarem manifestações contra essa lei escrota e contra o presidente, que demonstrou publicamente que é uma pessoa autoritária. Ele e a família não podem viajar para os países do bloco econômico europeu e há um embargo para várias atividades da Bielorrússia, numa tentativa do bloco em provocar mudanças políticas naquele país, até agora sem sucesso. Continuam as perseguições, prisões e sumiços de militantes que se opõem ao governo.

 

As primeiras manifestações de rua ocorreram em 17 de fevereiro de 2017 e levaram centenas de pessoas as ruas da capital, Minsk. Houve detenções policiais após as manifestações, tendo uma expressiva participação de ativistas anarquistas formando a tática Black Bloc.

No dia 15 de março de 2017, ocorreu uma segunda manifestação, bem maior e em mais cidades do país. O governo havia proibido qualquer ato, mas ele ocorreu do mesmo modo. Dias antes, o governo, através da rede de televisão estatal havia feito pronunciamentos atacando os anarquistas como os grandes inimigos da Bielorrússia e que querem desestabilizar o governo de Lukashenko (coisa que ele está fazendo muito bem sozinho!). As pessoas anarquistas estão muito organizadas e são realmente consideradas a maior ameaça ao governo, por justamente organizarem a oposição popular e propor discussões por alterações radicais a ditadura bielorrussa.

 

As manifestações terminaram pela violência policial que prendeu centenas de pessoas, muitas que estavam apenas passando no momento das manifestações. Muitas pessoas estão desaparecidas após os confrontos ocorridos.

 

A Iniciativa Federalista Anarquista Brasil vem através desse texto solidarizar com as pessoas companheiras da Bielorrússia nesse momento de extrema repressão da qual nos remete diretamente ao que ocorreu aqui no Brasil em 2013/2014, quando nossa população foi as ruas dizer qual era sua real demanda diante de um quadro de políticos insensíveis, inescrupulosos, todos desmascarados por suas condutas inconsequentes em seguido escândalos da mais alta e desprezível corrupção.

 

Mais informações sobre a repressão na Bielorrússia:

https://noticiasanarquistas.noblogs.org/post/2017/04/10/grecia-atenas-faixa-em-solidariedade-com-os-anarquistas-na-bielorrussia/

https://noticiasanarquistas.noblogs.org/post/2017/04/10/de-rojava-para-a-bielorrussia-solidariedade-com-os-prisioneiros-anarquistas/

https://noticiasanarquistas.noblogs.org/post/2017/04/08/bielorrussia-nikolai-dedok-foi-libertado-depois-de-10-dias-de-prisao/

https://abc-belarus.org

Pela luta contra todas as fronteiras, pela união anarquista em todo mundo!

 

Pela Iniciativa Federalista Anarquista – Brasil (IFABrasil)

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Declaração do “El Libertario”: Ultrapassar os partidos políticos para enfrentar a crise e construir uma nova Venezuela

Coletivo Editor do “El Libertario”

El Libertario” se dirige à opinião pública, nacional e internacional, com objetivo de fixar posição ante a grave conjuntura vivida na Venezuela em todos as ordens em abril de 2017.

Em uma situação de prostração nacional, o militarismo governante realizou um programa de destruição. No plano econômico a hiperinflação, recessão, desabastecimento e escassez, além da descomunal dívida externa, agravada por uma corrupção sem freios. No âmbito social o aumento da pobreza, o desemprego, a flexibilização laboral, a economia informal, assim como a estatização e fragmentação dos grêmios, sindicatos e organismos da sociedade. No plano moral o auge delitivo com sua carga de mortes e lesões, consequência da insegurança e a promoção dos pranes [líderes da prisão, que operam dentro da cadeia] como política de Estado, as “zonas de paz” e os paramilitares sob o eufemismo de “ coletivos”; e no institucional com o enterro da democracia centralizada e representativa, com o desconhecimento da Assembleia Nacional, as ordens de excarceração rechaçadas pelos corpos de segurança, a manipulação do poder judicial, a Controladoria Geral e a Defensoria do Povo; finalizando com o leilão da nação ao capitalismo global, através da fraude com as empresas corruptas, a cobrança de comissões, o uso de sobrepreços para as importações e os contratos, a entrega da plataforma deltana, as empresas energéticas mistas e as de Arco Mineiro às transnacionais de todas as bandeiras.

A cereja do bolo é a sorte de autogolpe emulando a Bordaberry e Fujimori na América Latina ou Erdogan na Turquia, por intermédio de infames sentenças da Sala Constitucional do Tribunal Supremo de Justiça desconhecendo a imunidade parlamentar e as funções legislativas e de controle da Assembleia Nacional. Claro, se deve ver mais além do valor legalista dessas falhas e entendê-los como mecanismos de manipulação política por parte de uma ditadura do século XXI, para impedir os canais de participação da sociedade e criminalizar mais ainda o protesto e a dissidência.

Logo que o governo venezuelano adulou os organismos de integração comercial regional, como Mercosul, e depois que o próprio Hugo Chávez se beneficiou, no ano 2002 da Carta Democrática da Organização de Estados Americanos, hoje, ante a pressão internacional, denunciam seus mecanismos como “ingerência”. Pelo visto, para os autoritarismos de esquerda o internacionalismo só é bom se afeta ou critica os governos de direita.

Qual será o desenlace da crise? É uma pergunta sem resposta imediata mas podemos imaginar cenários para uma aproximação. Uma primeira hipótese seria uma negociação para permitir uma transição, outorgando garantias de impunidade especialmente aos militares. Uma segunda possibilidade é que o governo continue aumentando seu autoritarismo, mediante o uso do sistema judicial, a manipulação do assistencialismo estatal (cada vez mais limitado pela escassez de recursos, a incapacidade e a corrupção) e a ameaça da repressão. Também poderia pensar-se em um desenlace fora da direção, vale dizer, a emergência de uma força alternativa que, ultrapassando os partidos do chavomadurismo e a Mesa de Unidade Democrática, canalizando a vontade popular a um novo c enário. Diferentes pesquisas falam sobre o crescimento de um setor independente, que rechaça tanto o governo como a oposição. Como anarquistas faremos todo o possível por fazer realidade esta última possibilidade.

Em síntese, estamos na presença de um labirinto, com poucas perspectivas de saída em benefício das maiorias. Nas alternativas as que estão jogando os fatores de poder, uma transação com a elite governante seria um arranjo onde se imporia a impunidade e a conservação do estabelecimento como sucedeu com Pinochet no Chile quando aceitou o referendo mas impôs umas condições terríveis que no entanto perduram no país austral. Também pode dar-se uma eternização da ditadura como o conseguiram Cuba, Kazajistão, Myanmar e Zimbábue. Ademais desta opção está a de um “Cisne Negro”, rompendo todos os esquemas mediante um acontecimento de tal contundência não previsto que vai acabar com tudo. Apostamos pela teoria de Nassim Nicholas Taleb para avançar até respostas integrais e positivas ante a imensa crise padecida pela Venezuela. Seria uma ampla mobilização de rua por iniciativa das pessoas sem permitir a manipulação dos partidos políticos (que já entregaram o único mecanismo de democracia direta presente na Constituição, o Referendo Revocatório) buscando dar-lhe o desejado golpe de timão requerido pelo país neste fatídico momento.

Caracas, 3 de abril de 2017

Fonte: http://periodicoellibertario.blogspot.com.br/2017/04/declaracion-de-el-libertario-sobrepasar.html

Tradução > Sol de Abril (ANA-Brasil)

Espanhol:

Colectivo Editor de El Libertario

El Libertario se dirige a la opinión pública, nacional e internacional, a objeto de fijar posición ante la grave coyuntura vivida en Venezuela en todos los órdenes en abril de 2017.

 

En una situación de postración nacional, el militarismo gobernante ha llevado a cabo un programa de destrucción. En el plano económico la hiperinflación, recesión, desabastecimiento y escasez aparte de la descomunal deuda externa, agravada por una corrupción sin frenos. En el ámbito social el aumento de la pobreza, el desempleo, la flexibilización laboral, la economía informal, así como la estatización y fragmentación de los gremios, sindicatos y organismos de la sociedad. En el plano moral el auge delictivo con su carga de muertes y lesiones, consecuencia de la inseguridad y la promoción de los pranes como política de Estado, las “zonas de paz” y los paramilitares bajo el eufemismo de “colectivos”; y en el institucional con el entierro de la democracia centralizada y representativa, con el desconocimiento de la Asamblea Nacional, las órdenes de excarcelación rechazadas por los cuerpos de seguridad, la manipulación del poder judicial, la Contraloría General y la Defensoría del Pueblo; finalizando con el remate de la nación al capitalismo global, a través del fraude con las empresas de maletín, el cobro de comisiones, el uso de sobreprecios para las importaciones y los contratos, la entrega de la plataforma deltana, las empresas energéticas mixtas y las de Arco Minero a las transnacionales de todas las banderas.

 

La guinda de la torta es la suerte de autogolpe emulando a Bordaberry y Fujimori en América Latina o Erdogan en Turquía, por intermedio de infames sentencias de la Sala Constitucional del Tribunal Supremo de Justicia desconociendo la inmunidad parlamentaria y las funciones legislativas y de control de la Asamblea Nacional. Por supuesto, se debe ver más allá del valor leguleyo de esos fallos y entenderlos como mecanismos de manipulación política por parte de una dictadura del siglo XXI, para impedir los canales de participación de la sociedad y criminalizar más aún la protesta y la disidencia.

Luego que el gobierno venezolano aduló a los organismos de integración comercial regional, como Mercosur, y después que el propio Hugo Chávez se benefició, en el año 2002 de la Carta Democrática de la Organización de Estados Americanos, hoy, ante la presión internacional, denuncian sus mecanismos como “injerencismo”. Por lo visto, para los autoritarismos de izquierda el internacionalismo sólo es bueno si afecta o critica a los gobiernos de derecha.

¿Cuál será el desenlace de la crisis? Es una pregunta sin respuesta inmediata pero podemos imaginar escenarios para una aproximación. Una primera hipótesis sería una negociación para permitir una transición, otorgando garantías de impunidad especialmente a los militares. Una segunda posibilidad es que el gobierno continúe aumentando su autoritarismo, mediante el uso del sistema judicial, la manipulación del asistencialismo estatal (cada vez más limitado por la escasez de recursos, la incapacidad y la corrupción) y la amenaza de la represión. También podría pensarse en un desenlace fuera del guión, vale decir, la emergencia de una fuerza alternativa que, sobrepasando a los partidos del chavomadurismo y la Mesa de Unidad Democrática, canalizando la voluntad popular a un nuevo escenario. Diferentes encuestas hablan sobre el crecimiento de un sector independiente, que rechaza tanto al gobierno como a la oposición. Como anarquistas haremos todo lo posible por hacer realidad esta última posibilidad.

En síntesis, estamos en presencia de un laberinto, con pocas perspectivas de salida en beneficio de las mayorías. En las alternativas a las que están jugando los factores de poder, una transacción con la élite gobernante sería un arreglo donde se impondría la impunidad y la conservación del establecimiento como sucedió con Pinochet en Chile cuando aceptó el referéndum pero impuso unas condiciones terribles que todavía perduran en el país austral. También puede darse una eternización de la dictadura como lo han alcanzado Cuba, Kazajistán, Myanmar y Zimbabue. Además de esta opción está la de un “Cisne Negro”, rompiendo todos los esquemas mediante un acontecimiento de tal contundencia no previsto que dé al traste con todo. Apostamos por la teoría de Nassim Nicholas Taleb para avanzar hacia respuestas integrales y positivas ante la inmensa crisis padecida por Venezuela. Sería una amplia movilización de calle por iniciativa de la gente sin permitir el manejo de los partidos políticos (que ya entregaron el único mecanismo de democracia directa presente en la Constitución, el Referéndum Revocatorio) buscando darle el deseado golpe de timón requerido por el país en este aciago momento.

Caracas, 3 de abril de 2017

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Enciclopédia Histórica do Anarquismo Espanhol disponível gratuitamente na web.

Os três volumes da Enciclopédia Histórica do Anarquismo Espanhol, de Miguel Iñiguez estão disponíveis gratuitamente para  o download na totalidade ou volume a volume.

O livro composto tem dois volumes de textos e o terceiro dedicadas à iconografia (3000 ilustrações com mil fac-símiles de jornais e 1.500 imagens de militantes). De um total de mais de 2.000 páginas, 50.000 entradas de pessoas, jornais, reuniões plenárias e convenções, organizações, eventos históricos. Cada entrada é acompanhado por uma bibliografia.

Baixo aqui os volumes em parte ou no todo: https://mega.nz/#F!8NgnECDR!_-CXx4fscr3y3s4qaAPz6w

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I congresso de investigadorxs sobre anarquismo.

Ocorreu entre 26 e 28 de outubro de 2016 o primeiro congresso de Investigadorxs Anarquistas em Buenos Aires organizado e realizado pelo Centro de Documentación e Investigación de la Cultura de Izquierda(CeDInCI) y el Instituto de Altos Estudios Sociales (IDAES), atribuídos a Universidad Nacional San Martín.

Participaram investigadorxs de 12 países com 75 trabalhos indicando a diversidade temática, dentro e fora da academia, e a importância do anarquismo hoje.

Agora fora lançado online o conjunto dos 45 textos/comunicações apresentados e podem ser acessados gratuitamente. Esta é uma contribuição fundamental para os estudos sobre sociedade e anarquismo desde Latino América.

 

Acesse os textos pelo link abaixo:

http://congresoanarquismo.cedinci.org/wp-content/uploads/2017/03/Actas-Final-con-indice_final.pdf

 

Fonte: http://periodicoellibertario.blogspot.com.br/

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#3ºFGA – Fórum Geral Anarquista 2017

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Afinidades não eletivas entre anarquistas e marxistas.

(Debate iniciado em 2015 a propósito do livro  Afinidades Revolucionária Nossas Estrelas Vermelhas e Negras. Por uma Solidariedade entre Marxistas e Libertário lançado pela UNESP, de MichaelLöwye e Olivier Besancenot com René Berthier no seu livro: Affinités non Électives : A Propos du Livre d’Olivier Besancenot et Michaël Löwy, Pour un Dialogue sans Langue de Bois entre Libertaires et Marxistes. Éditions du monde libertaire/Les éditions libertaires (ainda não lançado no Brasil).

PDF para o texto completo: cliqueDialogo 3(1.2.1)

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2ºComunicado. #3ºFórum Geral Anarquista – Junho, 2017.

Saudações livres a todas as pessoas!

O 3º FGA celebrará nas datas de 16, 17 e 18 de junho em Campinas, os 100 anos da Greve Geral de 1917/100 Revolução Russa.

Haverá conjuntamente um eixo temático pré-definido como base para as atividades: Expressões Livres na Comunidade – Anarquismo como prática comunitária.

O tema se propõe à reflexão das metodologias, práticas e vivências horizontalizadas, autogestão e prática não impositivas nas comunidades, nos bairros e nas periferias das áreas urbanas.

Contaremos com oficinas/roda de conversas sobre Cooperativas, Arte nas Ruas: Pixos e Grafitis, Hortas Urbanas,  Ecologia Social e muito mais!

O 3º Fórum Geral Anarquista em sua organização comunica que está com inscrições antecipadas abertas.

A inscrição antecipada é importante para obtermos um estimativa de pessoas presentes ao evento e garantir alimentação (desjejum matinal, almoço e janta veganos!) e alojamento para os três dias num custo acessível: R$100,00 para cada pessoa inscrita antecipadamente ou em três parcelas de R$33,50 (março/abril/maio) via depósito em conta. Vagas limitadas. Em caso de desistência, avisando a organização do 3º FGA até as 18h do dia 13 de junho, será devolvido 50% do valor.
Para se inscrever: fenikso@riseup.net

Realização: Iniciativa Federalista Anarquista Brasil – http://anarkio.net

Apoio: Associação de Moradores do Bairro Jd. Novo Campos Eliseos, Bongusta, Barricada Libertária, Internacional de Federações Anarquistas

Abaixo material para livre divulgação.

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#8M mulheres em greve mundial

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CNT (Espanha) publica sua plataforma de negociação coletiva para o ano de 2017

A Confederação Nacional do Trabalho publica a Plataforma de Negociação Coletiva para o ano de 2017. Este documento emana os acordos da Ação Sindical do XI Congresso celebrado em Zaragoça, em 2015. No mencionado comício, a CNT decidia pela elaboração anual de plataformas de negociação coletiva que servissem de guia permanente para os processos de negociação que os Sindicatos e Seções Sindicais da CNT realizassem. O documento que agora se apresenta foi criado pelo Grupo de Trabalho de Ação Sindical da Secretaria de Ação Sindical do Secretariado Permanente do Comitê Confederal da CNT, e discutido pelo conjunto da Organização, de maneira prévia a sua aprovação no Pleno Confederal celebrado em novembro de 2016.

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Essa Plataforma de Negociação Coletiva inclui propostas centrais para as reclamações ante a negociação de convênios coletivos e pactos de caráter não estatutários, incluindo, entre outras, as demandas em que a CNT luta em matéria salarial, de contratação ou organização do trabalho, e inclui uma importante olhada de gênero na hora de colocar em prática tais reclamações.

A Plataforma de Negociação Coletiva para o ano de 2017 pode ser consultada neste endereço: http://cnt.es/plataforma-de-negociaci%C3%B3n-colectiva-de-la-cnt e se encontra também acessível na seção de documentos deste sítio.

Fonte: http://www.cnt.es/noticias/cnt-publica-su-plataforma-de-negociaci%C3%B3n-colectiva-para-el-a%C3%B1o-2017

Tradução > Liberto

agência de notícias anarquistas-ana

Vento de verão
vem com bafo de mormaço –
garoa ameniza.

Anibal Beça

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